quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Desfile da Arrebenta Sapucaia!


























Camisa valor unitário R$ 20,00 (vinte reais)




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sábado, 31 de janeiro de 2015

Venha suar a camisa na Manhã de Sol Arrebenta Sapucaia!

LANÇAMENTO DA CAMISA!

Valor unitário R$ 20,00 (vinte reais)




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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

TCM Arrebenta Sapucaia! No Rádio

TCM Arrebenta Sapucaia! No Rádio

No próximo domingo (1º), a Troça Carnavalesca Mista Arrebenta Sapucaia! promove  manhã de sol, a partir das 10h, na Associação dos Moradores do Conjunto Residencial N. Sra. de Lourdes, localizada no bairro do Barro, Zona Oeste do Recife (próximo a Igreja Católica do Barro e o "Umuarama").

Além da participação especial de João Sales e Igor dos teclados ( João Sales homenageado do Carnaval do Cabo de Santo Agostinho 2015), a festa terá a animação reforçada com a realização de um bingo (premio 3 uma pintura em dela cedida pelo Artista Plástico Roberto Freire - Thomaz Galeria). O encontro carnavalesco servirá de esquente para o nono desfile da agremiação, que acontece no dia 07 de fevereiro (sábado), às 19h, com o tema Minha Mata Minha Vida! Arrebenta Sapucaia! Nem que o tucano tussa! A concentração começa às 19h, no Polinho do Barro ( próximo as Escolas Professora Olindina Alves Semente e Municipal do Barro ).

Lançamento da CAMISA.

Homenageados: Grupos de Cavo Marinho, Maracatus de Baque Solto e Maracatus de Baque Virado 


No rádio

Hoje quinta-feira (29), os ( as ) coordenadores ( ras ) da Arrebenta Sapucaia! Participarão dos programas: Carnaval 2015 apresentado pelo Radialista Hugo Martins, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 14h às 16h, na RádioUniversitária FM ( 99.9Mhz ). Defensor histórico do nosso frevo e, do programa Forró Verso e Viola apresentado por Ivan Ferraz defensor histórico do nosso forró, na mesma emissora.  O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 16h às 18h.









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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

Fundo Nacional disponibilizará R$ 1,3 milhão para novos projetos

Fundo Nacional disponibilizará R$ 1,3 milhão para novos projetos

O Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF) disponibilizará R$ 1,3 milhão para apoio a novos projetos em 2015. Além disso, serão repassados R$ 2,8 milhões para projetos aprovados em anos anteriores que ainda estão em execução. Ao todo, a entidade prevê executar mais de R$ 4 milhões no ano.


  
De acordo com o Plano Anual de Aplicação Regionalizada (PAAR) 2015, foram definidas como áreas prioritárias para atuação do FNDF a promoção do manejo sustentável na Amazônia e o fomento a restauração da Mata Atlântica e do Cerrado.

No caso da Mata Atlântica e do Cerrado, serão apoiados projetos de recuperação da cobertura florestal nativa, conforme implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), previstos pelo Novo Código Florestal (Lei 12.651/2012).

Já para o bioma Amazônico serão selecionados projetos voltados para a diversificação do uso de madeiras tropicais, com a promoção de espécies florestais pouco conhecidas, contudo com forte potencial de uso madeireiro. A ação visa reduzir a pressão sobre as espécies mais procuradas pelo mercado, as ditas espécies nobres, e valorizar a imensa biodiversidade brasileira.

O gerente de Capacitação e Fomento, João Paulo Sotero, ressalta que os temas floresta e água são interdependentes e que a crise hídrica atual tem forte relação com o desflorestamento dos biomas.

“Além de conservar as florestas existentes, por exemplo, por meio do manejo florestal sustentável, são urgentes as ações de recuperação florestal. A Mata Atlântica tem somente algo em torno de 10% da sua cobertura original. Já o Cerrado e Caatinga sofreram aproximadamente 50% de degradação”, explica Sotero.

O FNDF está em funcionamento desde 2010 e já apoiou 150 projetos de desenvolvimento florestal sustentável. Os projetos foram selecionados por 19 chamadas públicas e contribuíram para ações na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.

A seleção de novos projetos que serão apoiados pelo FNDF deverá ocorrer ainda no primeiro semestre. Clique aqui para saber mais sobre a atuação do FNDF e consultar o Plano Anual de Aplicação Regionalizada 2015.

Fonte: Portal Brasil


Publicado no Portal A Esquerda Bem Informada 
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sábado, 17 de janeiro de 2015

Prefeito do Recife sanciona Leis ambientais

Recife ganha rede de proteção ambiental com novas leis anunciadas pelo prefeito



Nesta sexta (16), o prefeito Geraldo Julio anunciou leis que tratam de urbanismo e meio ambiente. (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)
Uma grande rede de proteção ambiental começa a se estruturar no Recife. Na manhã desta sexta-feira (16), o prefeito Geraldo Julio anunciou três novas leis que representam avanços na construção de uma cidade mais sustentável: “Telhado Verde”, novas diretrizes de compensação para construções no entorno de praças e parques e a Política Municipal de Educação Ambiental. As iniciativas somam-se a outras medidas adotadas pela Prefeitura desde o início da gestão, a exemplo da Lei de Enfrentamento de Mudanças Climáticas e Sistema Municipal de Unidades Protegidas (SMUP), que entraram em vigor em 2014.

“A questão ambiental vem crescendo no coração e na mente das pessoas. Quando criamos essas leis, estamos estabelecendo uma mudança definitiva na sociedade. Daqui para frente, será assim. Nós queremos que todos se apropriem desses valores, pois estamos criando um esteio de proteção ambiental”, cravou o prefeito Geraldo Julio, depois de reforçar que a ação integra várias secretarias da PCR. Na ocasião, o gestor citou ainda o “renascimento” do Jardim Botânico do Recife, como resultado da prioridade com o meio ambiente estabelecido desde 2013, quando assumiu o Executivo Municipal.

Presente no ato, a secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Recife, Cida Pedrosa, explicou que as leis convergem para a educação, que deve ser o eixo estruturador para qualquer mudança. “Sem educação não acontece nada. Por isso, essas leis propõem um trabalho articulado. Estamos lançando a base para um cidadão melhor. O importante é que todos saibam que essa luta não é apenas do poder público, mas de toda a sociedade”, afirmou.

As três leis foram aprovadas pela Câmara Municipal do Recife no final de 2014 e publicadas no Diário Oficial do Município este mês. As matérias tratam de Urbanismo e Meio Ambiente. Entre elas, a Lei de “Telhado Verde“, que consiste na obrigação de se implantar uma camada de vegetação aplicada sobre a cobertura das edificações residenciais acima de quatro pavimentos. A iniciativa vale também para edificações não-habitacionais com mais de 400m² de área coberta. Esta lei aplica-se apenas para as novas construções. Para as que já estão instaladas, haverá uma política motivacional para adequação.

O objetivo do “Telhado Verde” é a diminuição das chamadas ilhas de calor (espaços com maiores concentrações de altas temperaturas), transformando dióxido de carbono (CO2) em oxigênio (O2). Além disso, as coberturas vegetais cumprem a função de melhorar o aspecto paisagístico da cidade. Além da cobertura vegetal, a lei prevê que os projetos devem contemplar a construção de reservatórios de acúmulo e retardo das águas pluviais. A regra aplica-se para as mesmas tipologias do Telhado Verde. Os reservatórios cumprirão a função de auxiliar na microdrenagem da cidade, podendo a água ser liberada gradativamente depois das chuvas ou sendo armazenada para reutilização em serviços como a limpeza de áreas comuns das edificações ou para regar, por exemplo.

Já a lei que define as novas diretrizes de compensação para construções no entorno de Praças e Parques e a Política Municipal de Educação Ambiental, visa a criação de faixas de amenização ambiental de dois metros de comprimento na frente dos terrenos dos empreendimentos (entre a calçada e o muro) localizados no entorno de praças e parques acima de 600 m², ou em ruas que levem a eles. O aumento do espaço destinado a áreas verdes e o maior plantio de árvores também estão previstos para as construções nos arredores das praças e parques em até 10%. O raio de proteção varia de acordo com a dimensão do espaço verde e vai de 50 metros a 100 metros. Os projetos urbanísticos aprovados depois do dia 13 de janeiro já estão sujeitos a essas normas.

Por fim, a Política Municipal de Educação Ambiental estabelece as diretrizes para abordar o assunto nas escolas e nas diversas iniciativas da prefeitura. O objetivo é dar unidade às ações para aproveitar melhor os recursos humanos, intensificar os programas e ter mais efetividade na formação de uma consciência ecológica junto à população.

De acordo com a lei, o planejamento e a coordenação da política ficarão a cargo do Comitê Gestor Municipal de Educação Ambiental (Comea). Trata-se de um órgão colegiado, formado pela administração municipal e por representantes das entidades civis, através dos conselhos municipais de Meio Ambiente e de Educação. O Comea ainda definirá metas e acompanhará a implementação das iniciativas na cidade.

Fonte: Site Prefeitura da Cidade do Recife

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O Movimento em Defesa da Mata do Engenho que luta há 35 anos pela implantação do Parque Natural ( Rousinete Falcão ) nos 192ha de Mata Atlântica participou do ato através das (os) coordenadoras ( res ) Luci Machado, Jacilda Nascimento, José Semente e Augusto Semente.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Mata Atlântica preservação Já!

Ministra elogia modelo de recuperação da Mata Atlântica

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nessa quarta-feira (14), na posse do novo secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, que o Rio de Janeiro tem uma política bem sucedida de recuperação da Mata Atlântica. Ela adiantou a ideia, já acordada com o secretário, de discutir a questão de desmatamento zero na Mata Atlântica.


Reprodução
Em pronunciamento, Izabella Teixeira cita desenvolvimento sustentável, engajamento em pautas ambientais e recuperação de mananciaisEm pronunciamento, Izabella Teixeira cita desenvolvimento sustentável, engajamento em pautas ambientais e recuperação de mananciais
Segundo a ministra, as políticas públicas devem ser direcionadas para a melhoria da qualidade de vida e da qualidade ambiental de cada cidadão, já que aproximadamente 80% dos brasileiros vivem nas cidades. Em 2030, a expectativa é que esse percentual suba para 93% na América Latina.

“Se você quer falar de desenvolvimento sustentável, de engajamento em pautas ambientais que dialogam com o clima, da recomposição da Mata Atlântica, terá que falar de cidades. Terá que falar de produção de água, de recuperação de mananciais, fazendo com que essas questões dialoguem com a qualidade de vida de cada cidadão do estado do Rio de Janeiro”, destacou a ministra.

Izabella Teixeira citou, ainda, a importância dos parques nacionais e estaduais.

“Temos que evoluir neste debate de modelo de gestão de áreas protegidas e urbanas, porque hoje vejo que todas as pessoas querem áreas verdes no seu bairro, e os prefeitos querem isso, e estão recuperando a qualidade ambiental das cidades”.

Segundo ela, o ministério quer efetivar uma política ambiental que dialogue no dia a dia com a população, englobando desde poluição sonora até mobilidade urbana.

“Tem que ter informação transparente, tem que ter espaço para os órgãos ambientais trabalharem com a informação ambiental para a tomada de decisões das políticas públicas em torno das cidades”, indicou.

Fonte:  Agência Brasil


Publicado Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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