quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Surto de febre amarela pode ser colocado "na conta da Samarco'" afirma médico

Surto de febre amarela pode ser colocado "na conta da Samarco'" afirma médico

Agência Brasil
Episódio é considerado a maior tragédia ambiental do país, segundo ambientalistasEpisódio é considerado a maior tragédia ambiental do país, segundo ambientalistas

Semanalmente o Ministério da Saúde atualiza os números do surto da febre amarela. De 1º de julho de 2017 a 6 de fevereiro de 2018, já foram 353 casos confirmados no país com 98 mortes. Crescendo exponencialmente semana a semana, muitas pessoas tentam entender como uma doença erradicada nos grandes centros urbanos desde 1942 segue fazendo novas vítimas nas capitais.

Para Thiago Henrique Silva, médico de família e comunidade e membro da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares, um dos principais fatores que pesam nessa matemática triste que vitimiza tantas pessoas e alarma todos os brasileiros, é a tragédia de Mariana, em Minas Gerais, em novembro de 2015, quando 55 milhões de m³ de lama vazaram da barragem de Fundão. O empreendimento pertence à mineradora Samarco e é controlado pelas empresas BHP Billiton e Vale S.A.

Embora não seja o único motivo que possa ter contribuído para os casos que se alastraram para o país, Henrique destaca o fato de que a região já sofria grandes abalos ambientais provocados pela mineração. Vale lembrar que o desastre segue impune até os dias de hoje.

O rompimento da barragem do Fundão, caracterizado por especialistas como o maior desastre ambiental do país, alterou profundamente os ecossistemas ao longo da bacia do Rio Doce, além de matar 19 pessoas e atingir mais de 23 mil famílias.

O médico afirma que a lama da Samarco desequilibrou uma grande área nas margens do que antes era um rio cheio de vida. Os predadores naturais do mosquito transmissor da febre amarela teriam sido extintos, ajudando a aumentar a reprodução desses insetos.

A mortalidade da febre amarela pode chegar a 50%, ou seja, pode matar metade das pessoas que contraem o vírus.

A teoria do médico é também defendida por membros da comunidade científica como o professor da Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Massad, que também leciona na London School of Hygiene and Tropical Medicine, no Reino Unido.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em um ano - de janeiro de 2017 a janeiro de 2018 - houve um volume de casos comparável ao registrado em um período de 30 anos, ou seja, algo muito grave aconteceu. Para o médico Thiago Henrique, o crime de Mariana explica esse surto.

Leia a entrevista na íntegra:

Brasil de Fato: Pode falar um pouco sobre os mosquitos que transmitem a febre amarela nos centros urbanos?

Thiago Henrique:
 Quando você tem uma doença viral que é transmitida por insetos, é necessário ter alguns cuidados em relação a isso. Por exemplo, quando a gente fala que a febre amarela não tem casos urbanos desde 1942 no Brasil, na prática, significa dizer que 1942 a febre amarela acabou migrando apenas para áreas silvestres e o mosquito que se reproduz em ambientes urbanos não estava mais transmitindo a doença, apenas o haemagogus, que é outro tipo de inseto, estava fazendo essa transmissão. Então quando você destrói o ambiente que controlava a reprodução desses insetos, a quantidade desses haemagogus, os mosquitos que transmitem a febre amarela, começam a se reproduzir muito mais sem os predadores naturais.

Nesse momento, podemos fazer uma conexão ao desastre de Mariana?

O que o crime de Mariana fez com a população de insetos? Ajudou a multiplicar porque matou peixes, sapos, todos os animais que eram predadores. Destruiu aquele ecossistema que estava equilibrando e permitindo que os mosquitos tivessem uma população controlada. A partir do momento que não há mais predadores do mosquito, há uma reprodução acelerada desses insetos.

Há membros da comunidade científica que também defendem essas teoria?

O crime de Mariana tem tudo a ver possivelmente, e uma das teses mais respeitadas é a do infectologista Eduardo Massad da USP. Ele defende que o crime de Mariana catalisou a reprodução em massa desses mosquitos e proporcionou o aumento de casos de febre amarela. Veja bem, esse aumento foi grande o suficiente para a febre amarela ter chegado ao Sudeste. Saiu do estado de Minas Gerais, que a gente já sabia que é um estado de regiões endêmicas, ou seja, anualmente tem casos de febre amarela, mas controlados e poucos dentro do total da população, e se espalhou. Em um ano tivemos praticamente a quantidade de casos que a gente tinha em 30 anos. Então algo aconteceu para se alastrar dessas regiões endêmicas para as não endêmicas, não tinham casos e nem recomendavam para a população fazer vacina porque não tinham casos.

Pode dar um exemplo?

Em São Bernardo do Campo, agora há casos autóctones, ou seja, caso de paciente que não viajou para outros regiões fora da cidade, mas que trabalha em ambiente de mata e foi picado por um inseto e contraiu a febre amarela. O que isso significa? Significa que já há insetos que transmitem febre amarela nas matas de São Bernardo do Campo. O que não acontecia, não se tinha relato de casos assim há décadas. Tivemos uma ampliação da população de mosquito e um espalhamento do vírus por conta do crime de Mariana. Então, tem tudo a ver relacionar esse crime da Samarco, que ainda não indenizou as famílias e está saindo ilesa. Essa epidemia também está na conta da Samarco.
 

Portal: Vermelho A Esquerda Bem Informada
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Vida na Terra - Privatização da água ameaça meio ambiente e saúde humana

Privatização da água ameaça meio ambiente e saúde humana

FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR
As mesmas empresas que produzem refrigerantes disputam o controle do mercado das águas engarrafadasAs mesmas empresas que produzem refrigerantes disputam o controle do mercado das águas engarrafadas

O problema é que esses acordos são firmados por meio de contratos de longa duração, com vigência média de 30 anos, sem fiscalização pelo controle social e ainda impõem cláusulas que livram o parceiro empresarial de eventuais prejuízos. Direito humano fundamental declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010, a água que deveria estar acessível a toda a população, e com qualidade, é a bola da vez. A privatização da água está nas negociações entre governantes e megaempresários que pretendem colocá-la à disposição dos que podem pagar.

No último dia 24 de janeiro, em Davos, na Suíça, Michel Temer jantou com o presidente da Nestlé, o belga Paul Bulcke. A gigante mundial do setor de alimentos e bebidas, que pretende dominar o setor da água por meio do controle das fontes, do engarrafamento e da venda de água mineral, tem grande interesse no Brasil, onde já mantém alguns contratos.

Em São Lourenço, sul de Minas Gerais, controla fontes na estância hidromineral de São Lourenço. Segundo ativistas locais, já secou uma das três sob concessão por retirar 1 milhão de litros por dia. A agressão ambiental inclui o afundamento do solo no parque das águas e está sendo investigada pelo Ministério Público.

Diante do estrago em apenas uma das cidades, a perspectiva é desastrosa com a assinatura de contratos de concessão do governo brasileiro com a Nestlé, a Coca-Cola e outras multinacionais. Não é à toa que o Brasil vai sediar o 8º Fórum Mundial da Água, de 18 a 23 de março, em Brasília, com a presença de mandachuvas dessas e outras companhias.

De acordo com o Serviço Geológico do Brasil, nome fantasia da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), 89% da água envasada no Brasil é mineral, sendo o restante classificado como potável de mesa.

Em todo o mundo, grupos empresariais como Nestlé, Danone, Coca-Cola e Pepsico controlam juntas mais de 50% do mercado de água. No Brasil, porém, participam com apenas 4% em um mercado pulverizado, com inúmeras micro, pequenas e médias empresas nacionais.

Fim da água "torneiral"


Como a água privatizada é distribuída por meio da venda de copos, garrafas, garrafinhas e garrafões – a um preço proporcional até maior que o da gasolina, em um país rico em rios – com o fim da “água torneiral”, sobretudo nos restaurantes, a tendência é de agravamento de danos ambientais com o aumento da produção desses recipientes.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam), há um aumento anual de 20% no consumo, que em 2014 foi de aproximadamente 14 bilhões de litros.

Além da extração industrial da água, como a que secou a fonte em São Lourenço, a privatização é péssima para a natureza porque, no Brasil, apenas metade das embalagens são recicladas. A Associação Brasileira da Indústria PET (Abipet) informa que em 2015, apenas 51% das 274 mil toneladas de pet foram recicladas.

Os outros 49% estão espalhados pelo meio ambiente, ajudando a poluir ruas, praças, praias, rios e oceanos. Nesse total estão garrafas de refrigerantes e de outras bebidas, a maioria produzida por essas mesmas multinacionais que travam a guerra da água.

Com o cronograma da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos em compasso de espera, todo esse lixo deve aumentar com o incremento da indústria da água mineral via privatização. De acordo com a norma regulamentadora 14.222, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), vasilhames para água devem ser produzidos com resinas plásticas virgens.

Saúde humana


Se o meio ambiente vai sofrer os impactos trazidos com a privatização, com a saúde humana não será diferente. A produção de plásticos para o envase de águas tem entre as matérias primas substâncias como os ftalatos, o bisfenol A e os alquilfenóis.

O uso crescente dessas substâncias na indústria está associado ao aumento dos casos de câncer, sobretudo de mama e do aparelho reprodutor de ambos os sexos, de malformações congênitas e infertilidade. Estima-se que adoecem e morrem os que trabalham nessa indústria e os que utilizam esses produtos.

Engenheira química e professora titular do campus Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Sonia Corina Hess revisou estudos científicos sobre essas substâncias e os males associados a elas. Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

Ela afirma, no entanto, que o risco de contaminação da água por essas substâncias presentes nas embalagens é pequeno. "A água é uma substância (polar) que tem pouca afinidade química por estas substâncias (apolares). Isto dificulta o transporte destes materiais do plástico, para a água. Essa contaminação depende de altas temperaturas, por tempo prolongado, como exposição ao sol", diz.

"Em geral, a temperatura que a água alcança dentro da garrafa não é muito alta, o que levaria a reações fisico-químicas que levariam a tal contaminação, como acontece com embalagens de alimentos quentes e gordurosos, como frango assado, doces de confeitarias, chocolates, sopas”.

Seja como for, deveria prevalecer o princípio da precaução, com ações antecipatórias para proteger a saúde das pessoas e dos ecossistemas. E não os interesses de grupos empresariais.
 

Fonte: Portal Vermelho A esquerda Bem Informadahttp://www.vermelho.org.br/
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Arrebenta Sapucaia! Nas Ondas da Rádio Universitária FM 99,9

A T.C.M. Arrebenta Sapucaia presente numa emissora pública ( 1º de fevereiro de 2018 quinta-feira ), na Rádio Universitária FM 99.9, nos programas CARNAVAL 2018, das 14H às 16H, comandado pelo grande defensor do nosso frevo e grande pesquisador musical Hugo Martins e no programa FORRÓ, VERSO E VIOLA, apresentado pelo compositor, cantor e pesquisador musical Ivan Ferraz, das 16H às 18H. Ambos de segunda à sexta-feira.

Sintonize o seu rádio na FM 99.9 ou acesse o facebook das 14H às 18H e fique informado sobre o desfile da T.C.M. Arrebenta Sapucaia!

Participação nos programas de Luci Machado, Ximena de Souza Leão, José Semente e Augusto Semente.

Até la e um grande abraço.
O Desfile






































Vista a camisa e caia na gandaia!
Vamos arrebenta no desfile da Arrebenta Sapucaia! 2018
















VALOR UNITÁRIO DA CAMISA
R$ 20,00 (VINTE REAIS)






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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

O Desfile

O Desfile



































Vista a camisa e caia na gandaia!
Vamos arrebenta no desfile da Arrebenta Sapucaia! 2018
















VALOR UNITÁRIO DA CAMISA
R$ 20,00 (VINTE REAIS)




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domingo, 28 de janeiro de 2018

Vista a camisa e caia na gandaia! Vamos arrebenta na Manhã de Sol Sapucaia! 2018

Vista a camisa e caia na gandaia!
Vamos arrebenta na Manhã de Sol Sapucaia! 2018
















VALOR UNITÁRIO DA CAMISA
R$ 20,00 (VINTE REAIS)






















































Coordenação:
Luci Machado - 98637.1747
José Semente - 98595.8666
Augusto Semente - 99258.7195
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sábado, 27 de janeiro de 2018

Manhã de Sol Arrebenta Sapucaia! 2018



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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Por todo o Brasil - Veja onde ocorrerão os atos em defesa de Lula e da democracia

Veja onde ocorrerão os atos em defesa de Lula e da democracia

 Porto Alegre começou a receber, nesta segunda-feira, caravanas de vários estados brasileiros Porto Alegre começou a receber, nesta segunda-feira, caravanas de vários estados brasileiros
Foto: Isaiana Santos

Os atos em São Paulo e na cidade de Porto Alegre (RS) serão as principais ações no país no dia em que ocorre o julgamento, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), do recurso no processo referente ao caso do tríplex do Guarujá (SP), parte da Operação Lava Jato. Mas, além dessas ações, vigílias e protestos já estão agendados em vários municípios brasileiros.

Em São Paulo as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem mais de 180 entidades e movimentos,dentre os quais a CUT, CTB, sindicatos, MTST, CMP, UNE e MST, realizam vigília em defesa de Lula e da democracia, às 17h, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, na Avenida Paulista, 1.842, na capital paulista.

Já na quarta-feira (24), os movimentos farão ato na Praça da República, a partir das 17h, e caminhada até a Avenida Paulista. A atividade contará também com a presença de artistas, intelectuais e do próprio Lula.

Para lideranças como o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, o principal crime de Lula é ser líder das pesquisas de intenção de votos e o julgamento poderá condenar alguém inocente, num caso sem provas ou testemunhas que evidenciem ilegalidades, tratando-se, portanto, de uma perseguição política.

"É a disputa de um projeto para um país subordinado aos interesses do grande capital internacional - um país para poucos -, contra a de um país soberano, com indústria e agricultura nacional pujante, geração de emprego e distribuição de renda, um país para todos e todas. É disso que se trata essa perseguição."

O presidente da CTB, Adilson Araújo, também expressou todo seu apoio à campanha pelo direito do ex-presidente ser candidato nas eleições deste ano e destacou que reagir à arbitrariedade no caso Lula é resistir ao recrudescimento da direita e da ofensiva neoliberal no país.

Assim tem início o ano de 2018 que, na avaliação da presidenta da União Estadual dos Estudantes de São Paulo, Nayara Souza, repete um dos maiores desafios da história do povo brasileiro, o de defender o Estado Democrático de Direito.

“É momento de mostrar ao país todo que só a força do povo pode mudar. Espalhar esperança e defender a jovem democracia que em toda a nossa história, foi tão maltratada. O direito de expressão, de opinião e de liberdade. O direito à democracia é muito caro para nós e não abriremos mão. Defender o direito de Lula ser candidato é defender a legalidade, é defender esse Brasil: justo”, afirma.

Para Matheus Gringo, da direção estadual do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), o programa do golpe em curso no Brasil está relacionado também com a crise do capitalismo mundial. E, para a superação desta crise, avalia, o capital exige o aprofundamento da exploração da classe trabalhadora.

“A perseguição pela qual tem passado o ex-presidente Lula e a tentativa de impedi-lo de disputar as eleições presidenciais neste ano demostram que ele ainda simboliza para a população brasileira a possibilidade de construção de um projeto nacional de superação da crise do capitalismo sem o aprofundamento da retirada de direitos da classe trabalhadora”, destaca.

Veja abaixo onde ocorrerão manifestações por todo o Brasil:

Nordeste

Ceará
24/01 - Fortaleza | 8h | Ato na Praça da Justiça Federal (centro)
24/01 - Cratéus | 8h | Ato com concentração na Sede da Justiça Federal
24/01 - Sobral | 7h | Ato com Concentração na na Praça de Cuba
24/01 - Quixadá | 8h | Ato na Praça Coronel Nanan
24/01 - Limoeiro de Norte | 7h | Ato na Praça da Justiça Federal
24/01 - Cariri | 9h | Ato na Praça da Prefeitura de Juazeiro do Norte

Rio Grande do Norte
23/01 - Vale do Açu | 7h | Caminhada com Concentração na Praça do Rosário
24/01 - Natal | 7h | Caminhada com concentração no Centro de Comercialização de Agricultura Familiar

Alagoas
23/01 - Maceió | 7h | Ato na Praça Deodoro
24/01 - Maceió | 8h | Vigília na Praça Centenário
24/01 - Delmiro Gouveia | 8h | Em frente ao Fórum

Sergipe
23/01 - Glória | 20h | Ato em frente ao Fórum
23/01 - Gararu | 20h | Ato em frente ao Fórum
23/01 - Porto da Folha | 20h | Ato em frente ao Fórum
23/01 - Poço Redondo | 20h | Ato em Frente ao Fórum
23/01 - Lagarto | 8h | Ato no Sindicato dos Trabalhadores
24/01 - Própria | 6h | Ato em Frente ao Fórum
24/01 - Estância | 6h | Ato em frente da Justiça Federal
24/01 - Aracaju | 15h | Ato na Praça General Valadão
24/01 - Itabaiana | 07h | Em frente à Justiça Federal

Pernambuco
23/01 - Recife | 15h | Ato com concentração Praça Tiradentes
23/01 - Caruaru | 15h | Ato com concentração em frente ao INSS na Av. Rui Barbosa
24/01 - Recife | 08h | Vigília com concentração Praça Tiradentes

Bahia
23/01 - Salvador | 15h | Tribunal Popular no Campo Pólvora
23/01 - Vitória da Conquista | 18h | Acampamento e Vigília na Praça Vitor Brito
24/01 - Vitória da Conquista | 8h | Ato Público na Praça Vitor Brito
24/01 - Salvador | 7h | Vigília no Campo Pólvora
24/01 - Salvador | 8h30 | Caminhada e Vigília no Fórum Ruy Barbosa

Paraíba
23/01 - João Pessoa | 19h | Vigília na Praça João Pessoa
24/01 - João Pessoa | 7h | Caminhada com concentração na Praça João Pessoa


Centro Oeste

Mato Grosso
23/01 - Cáceres | 15h | Ato na Praça da Cavalhada/Benjamim Constant
23/01 - Rondonópolis | 18h30 | Vigília em frente ao prédio da Justiça Federal
24/01 - Cáceres | 7h | Vigília com concentração na Justiça Federal
24/01 - Barro do Garças | 8h30 | Ato em frente ao Banco do Brasil
24/01 - Juína | 19h30 | Ato no Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público
24/01 - Tangará da Serra | 7h | Vigília com concentração na Sede da Justiça Federal
24/01 - Cuiabá | 6h | Em frente à sede da Justiça Federal

Goiás
19/01 - Uruaçu | 9h | Ato na Avenida Tocantins
24/01 - Goiânia | 8h | TRF de Goiânia

Distrito Federal
23/01 - Brasília | 19h | Vigília em frente ao STF
24/01 - Brasília | 10h | Caminhada com concentração na CUT

Mato Grosso do Sul
23/01 - Campo Grande | 17h | Aula Pública na Av. Afonso Pena, 4.444
24/01 - Campo Grande | 06h | Ato Público na esq. da A. Afonso Pena com a Rua 14 de Julho
Sudeste

São Paulo

23/01 - São paulo l 17h l Vigília no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, na Avenida Paulista,
24/01 - São Paulo | 17h | Concentração na Praça da República

Minas Gerais
22/01 - Belo Horizonte | 19h | Ato dos Juristas Mineiros pela Democracia na Faculdade de Direito da UFMG
23/01 - Uberlândia | 8h | Porta da Justiça Federal
23/01 - Belo Horizonte | 17h | Praça Afonso Arinos 24/01 - Belo Horizonte | 8h | Assembleia Legislativa
Rio de Janeiro
22/01 - Rio de Janeiro | Ocupação na Rede Globo
24/01 - Rio de Janeiro | 10h | Av. Rio Branco
24/01 - Barra Mansa | 9h | Ato na Praça da Matriz
Espírito Santo
24/01 - Vitória | 8h | Praça Costa Pereira - Centro

Sul
Rio Grande do Sul
22/01 - Porto Alegre | 18h | Ato no auditório da FETRAFI
23/01 - Porto Alegre | 9h30 | Ato no auditório Dante Baroni
23/01 - Porto Alegre | 16h | Marcha com concentração na Esquina Democrática
24/01 - Porto Alegre | 08h | Vigília com Concentração no Acampamento da Legalidade

Paraná
23/01 - Curitiba | 19h | Vigília na Praça Santos Andrade
24/01 - Curitiba | 07h30 | Vigília na Praça Santos Andrade

Norte

Tocantins
23/01 - Palmas | 18h | Aulão Popular sobre a Lava Jato e Vigília em frente à Justiça Federal
24/01 - Palmas | 8h | Ato em frente à Justiça Federal Pará 23/01 - Belém | 17h | Domingos Marreiros, 598

Pará
23/01 - Belém | 17h | Domingos Marreiros, 598
24/01 - Altamira | 8h | Em frente ao Fórum na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes
24/01 - Parauapebas | 9h | Ato com concentração no CDC 24/01 - Belém | 08h | Domingos Marreiros, 598

Rondônia
24/01 - Porto Velho | 4h | Ato com Concentração em frente à Justiça Federal

Amazonas
23/01 - Manaus | 18h | Vigília em frente à Justiça do Trabalho 24/01 - Manaus | 9h | Ato em frente à Justiça do Trabalho


Fonte: Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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