domingo, 18 de outubro de 2015

Semiárido Show 2015 - Em Petrolina - PE

Semiárido Show 2015 - Em Petrolina - PE



















Confira a Programação:

Fonte: Apime-Associação Pernambucana de Apicultores e Meliponicultores 
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Ibura mobilizado contra o golpe!

Ibura mobilizado contra o golpe!

FRENTE BRASIL POPULAR



A articulação ampla do Ibura e adjacências convida você para participar da reunião de preparação do lançamento da Frente Brasil Popular no Ibura, sua participação é muito importante para barrar o golpe, consolidar a democracia e defender o Brasil.

Dia: 21/10/2015 (quarta-feira)
Hora:19h00min
Local: Associação dos Moradores Amigos do Rio
          Rua Demerval Lobão, 369 - Ibura de Baixo - Recife/PE.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Uma grande vitória!



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sábado, 10 de outubro de 2015

ANE PROMOVE ENCONTRO NACIONAL


ANE PROMOVE ENCONTRO     

NACIONAL


Um dos maiores desafios no semiárido brasileiro é a gestão dos recursos hídricos, pelo caráter intermitente dos seus cursos d´água. À exceção do São Francisco e do Parnaíba, os demais são naturalmente rios secos quase o ano inteiro. Nessas condições, como utilizar os mesmos instrumentos de gestão da Política Nacional de Recursos Hídricos, toda pensada para rios perenes, que acontecem no restante do Brasil?
Para formular propostas de enfrentamento desse desafio, a ANE promoverá o Encontro Nacional sobre Governança da Água em Rios Intermitentes (ENGARI), nos dias 18 a 20 de novembro, em Recife. O objetivo do evento é compartilhar conhecimentos técnicos e experiências sobre os rios e riachos intermitentes do semiárido nordestino, com ênfase nos usos e conservação da água. Pretendemos envolver técnicos governamentais e não governamentais, professores, lideranças e tomadores de decisão, envolvidos com as questões do nosso semiárido.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Recife na luta pela democratização da comunicação

Luciana Santos apresenta proposta para democratizar comunicação 

Formas de financiamento, legislação, conquistas e desafios da radiodifusão comunitária foram debatidos em audiência pública nesta quarta-feira (8), na Procuradoria Regional da República 5ª Região, do Recife (PE). “Essa luta pela comunicação e pelo direito à comunicação é estratégica e só contribui para o fortalecimento da nossa democracia”, explica a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), relatora da subcomissão que analisou a mídia alternativa no Brasil. 


Ass. Dep. Luciana Santos
Anne Cabral destaca que o relatório é um instrumento importante para nortear o debate do Grupo de Trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Anne Cabral destaca que o relatório é um instrumento importante para nortear o debate do Grupo de Trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão
No debate, promovido pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF) em algumas cidades brasileiras, a advogada Anne Cabral, assessora parlamentar da deputada Luciana, falou sobre a atuação do mandato com relação às lutas pela democratização da comunicação.

Ela apresentou o Relatório da Subcomissão de Análise de Formas de Financiamento da Mídia Alternativa e explicou o andamento dos projetos de lei de autoria da parlamentar. “Apresentamos o nosso Relatório de Formas de Financiamento da Mídia Alternativa na segunda mesa do dia. Acompanhei as negociações para aprovação desse relatório, que recebeu muitas opiniões e ouviu a opinião dos movimentos sociais”, afirmou Anne Cabral.

O documento é apontado como importante instrumento para nortear o Grupo de Trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão sobre os projetos de lei que tramitam no parlamento. “É mais um aliado nessa luta pela regulação dos meios de comunicação”, explicou Cabral.

Concentração de propriedade

O relatório de Luciana Santos avalia que o mercado brasileiro de comunicação social é, sabidamente, repleto de falhas – a maior delas uma concentração extrema de propriedade, que faz com que poucas famílias controlem a produção e disseminação de conteúdos midiáticos no país. Esta situação, mais do que uma falha de mercado, é um problema para a democracia do país.

E diz ainda que “na medida em que uma verdadeira democracia se constrói com cidadãos livres e bem informados, que possam ter acesso à pluralidade de pensamentos para, assim, construírem o capital político necessário para interferirem de maneira decisiva em sua comunidade, a concentração no mercado de comunicação representa exatamente o oposto: a privação do acesso do cidadão a informações plurais, que reflitam a multiplicidade de pensamentos existentes em uma democracia”.

Muitas são as estratégias adotadas, por diversos países democráticos, para combater essa concentração de propriedade nas comunicações, de modo a garantir a pluralidade de informação que o mercado falha em prover à sociedade. Uma das estratégias mais valiosas, adotada em praticamente todo o mundo, é o investimento maciço em organismos públicos de Comunicação, avalia o documento, que conclui pela sugestão do aporte de mais recursos no sistema público de comunicação, em especial na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), “de modo a tornar este setor estratégico nas políticas de democratização das comunicações no país.”

O evento em Recife contou com a participação de integrantes da equipe do mandato da deputada Luciana Santos e de representantes de vários setores da sociedade, como o Ministério das Comunicações, a Polícia Federal, o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), a Universidade Católica de Pernambuco, a Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço), a Associação dos Blogueiros do estado de Pernambuco (ABlogPE), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do próprio Ministério Público.

Confira a íntegra do Relatório da Subcomissão de Análise de Formas de Financiamento da Mídia Alternativa.
 

De Brasília
Márcia Xavier
Com informações da Ass. Dep. Luciana Santos 

Fonte: Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Movimentos sociais lançam frente de esquerda nesta quinta-feira

Movimentos sociais lançam frente de esquerda nesta quinta-feira

Movimentos sociais e sindicais anunciaram a criação de uma nova frente de esquerda que vai protestar contra o ajuste fiscal e o conservadorismo e pedir a taxação dos ricos e a urgência das reformas agrária, tributária e urbana. É a "Frente Povo Sem Medo", que será lançada nesta quinta-feira (8) com um ato a partir das 18h no Centro Trasmontano, no centro da capital paulista.


CTB
  
A Frente Povo Sem Medo é constituída por 27 movimentos sociais e sindicais de atuação nacional, além de movimentos regionais, segundo Guilherme Boulos, um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O símbolo da Frente é o mesmo de uma escultura do Memorial da América Latina, em São Paulo: uma mão aberta com o mapa do continente em vermelho, lembrando sangue, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Em seu manifesto, a Frente Povo Sem Medo declara: “No momento político e econômico que o país tem vivido, se torna urgente a necessidade de o povo intensificar a mobilização nas ruas, avenidas e praças contra esta ofensiva conservadora, o ajuste fiscal antipopular e defendendo uma saída que não onere os mais pobres”.

O documento é assinado por 27 movimentos, entre eles, o MTST, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a Intersindical. Povo sem Medo é a segunda frente formada por movimentos de esquerda, depois Frente Brasil Popular, lançada em setembro e constituída por movimentos sociais e sindicais tais como a CUT, a CTB e a UNE, que compõem as duas frentes, além do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e partidos políticos como o PT e PCdoB. Na nova frente, os partidos políticos ficaram de fora, embora ela conte com apoio de diversos parlamentares.

Ambas as frentes também são contra o impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff. “A posição da Frente é contra qualquer saída à direita para a crise política no país. Entendemos que o impeachment para a entrada de Michel Temer (vice-presidente) ou para a chamada de novas eleições é uma saída à direita”, disse Guilherme Boulos. A data para a primeira mobilização de rua já está marcada: será no dia 8 de novembro.

Leia abaixo, a integra da carta convocatória:


“Faça da sua vida a aventura de não apenas sonhar em um mundo melhor mas viver uma vida lutando por ele”
Pepe Mujica

O mundo vive sob o signo de uma profunda crise do capitalismo, que perdura desde 2008. Medidas de austeridade econômica dominam a agenda política, multiplicando desemprego, miséria e redução dos direitos trabalhistas. Por outro lado, os banqueiros comemoram cada aniversário da crise, aumentando seus já exorbitantes lucros.

No Brasil, as medidas econômicas não deveriam seguir o mesmo script. O “ajuste fiscal” do governo federal diminui investimentos sociais e ataca direitos dos trabalhadores. Os cortes na educação pública, o arrocho no salário dos servidores, a suspensão dos concursos são parte dessa política. Ao mesmo tempo, medidas presentes na Agenda Brasil como, aumento da idade de aposentadoria e ataques aos de direitos e à regulação ambiental também representam enormes retrocessos. Enquanto isso, o 1% dos ricos não foram chamados à responsabilidade. Suas riquezas e seus patrimônios seguem sem nenhuma taxação progressiva. O povo está pagando a conta da crise.

Ao mesmo tempo, os setores mais conservadores atacam impondo uma pauta antipopular, antidemocrática e intolerante, especialmente no Congresso Nacional. Medidas como a contrarreforma política, redução da maioridade penal, a ampliação das terceirizações, as tentativas de privatização da Petrobrás e a lei antiterrorismo expressam este processo.

No momento político e econômico que o país tem vivido se torna urgente a necessidade de o povo intensificar a mobilização nas ruas, avenidas e praças contra esta ofensiva conservadora, o ajuste fiscal antipopular e defendendo uma saída que não onere os mais pobres.

A conjuntura desenha momentos desafiadores para o movimento social brasileiro. Precisamos apostar na unidade nas ruas e nas lutas. Esta é a motivação maior de criar uma frente nacional de mobilização, protagonizada pelos movimentos sociais, a Frente Povo Sem Medo.

Será preciso avançar na agenda que os setores populares imprimiram em várias mobilizações ao longo de 2015, como o 15/4, o 25/6 e o 20/8 e também nas greves e mobilizações de diversas categorias organizadas dos trabalhadores:

- Contra a ofensiva conservadora e as saídas à direita para a crise. Não aceitaremos a pauta que este Congresso impõe ao Brasil. Defenderemos a radicalização da nossa democracia, a tolerância e as liberdades contra o racismo, a intolerância religiosa, o machismo, a LGBTfobia e a criminalização das lutas sociais.

- Contra as políticas de austeridade aplicadas pelo governo, em nome de ajustar as contas públicas. Não aceitamos pagar a conta da crise. Defenderemos que a crise seja combatida com taxação de grandes fortunas, lucros e dividendos, auditoria da dívida e suspensão dos compromissos com os banqueiros.

- A saída será nas ruas, com o povo, por Reformas Populares. Defenderemos a democratização do sistema político, do judiciário e das comunicações e reformas estruturais, como a tributária, a urbana e a agrária.

Esta frente nasce em um momento de grandes embates e com a responsabilidade de fazer avançar soluções populares para nossa encruzilhada. Sabemos que para isso será preciso independência política, firmeza de princípios e foco em amplas mobilizações.

Convocamos todos e todas a se somarem no lançamento da Frente "Povo Sem Medo" que será realizada no dia 08 de Outubro na cidade de São Paulo, às 18 horas.
Aqui está o povo sem medo!

Convovam para o lançamento da Frente Povo Sem Medo 

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Intersindical - Central da Classe Trabalhadora
União Nacional dos Estudantes (UNE)
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes)
Associação Nacional dos Pós Graduandos (ANPG)
Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técino (Fenet)
Uneafro
Círculo Palmarino
Unegro
Igreja Povo de Deus em Movimento (IPDM)
União da Juventude Socialista (UJS)
Rua - Juventude Anticapitalista
Coletivo Juntos
União da Juventude Rebelião (UJR)
Juventude Socialismo e Liberdade (JSOL)
Coletivo Construção
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB)
Mídia Ninja
Coletivo Cordel
União Brasileira de Mulheres (UBM)
Bloco de Resistência Socialista
Rede Emancipa de Educação Popular


Com agências
Fonte; Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Coalizão quer sociedade na luta por reforma política democrática

Coalizão quer sociedade na luta por reforma política democrática 

Coalizão retoma luta pela reforma política democrática, a Coalizão pela Reforma política Democrática, composta por 115 entidades da sociedade civil, pretende avançar no debate de aprimoramento do sistema político brasileiro. Para isso, lançaram, em ato político realizado nesta terça-feira (6), na Câmara, em Brasília, o “Manifesto à Nação”. 


  
Segundo os organizadores, o texto apresenta à sociedade e aos parlamentares seu projeto de Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que já tramita na Câmara, com pedido de urgência para votação, mas que não foi objeto de deliberação na Casa quando da aprovação recente de uma minireforma eleitoral.

A iniciativa mereceu elogios e manifestações de apoio dos parlamentares que participaram do evento. A líder do PCdoB na Câmara, deputada Jandira Feghali (RJ), destacou que “a ação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Supremo Tribunal Federal (STF) conseguiu a maior vitória histórica nossa na república brasileira, que foi o Supremo, baseado em cláusula pétrea, colocar uma pá de cal no financiamento empresarial de campanha.”

Ela avalia que “o ato político retoma a mobilização social, para avançar além do que foi aprovado (na Câmara) que foi chamado de ‘reforma política’”. Jandira manifestou desejo de que a coalizão obtenha sucesso nessa empreitada, lembrando que “a existência da coalizão nos ajudou a entrar no debate do voto proporcional, da paridade de gênero e do fortalecimento de mecanismos de participação direta.”

O deputado Henrique Fontana (PT-RS), também presente ao evento, avalia que “apesar da grande vitória e que é definitiva, que é o fim do financiamento empresarial de campanha, temos que dar outros passos, como criminalizar o Caixa 2, reduzir o teto de contribuições para pessoas físicas que seja razoável – os 10% que foram aprovados no Congresso é muito alto - e corrigir o limite de gastos das candidaturas, que também é muito elevado.”

Grande desafio

No lançamento do manifesto, todos os componentes da mesa - representantes da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), UNE (União Nacional dos Estudantes), Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), CTB Nacional (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e CUT (Central Única dos Trabalhadores) – destacaram a importância de mobilizar a sociedade em torno de uma saída efetiva para a crise política através de uma proposta de aperfeiçoamento da democracia representativa.

Aldo Arantes, representante da coalizão, fez um chamamento a todas as entidades que compõem o movimento, para que promovam debate sobre o projeto de reforma política democrática em faculdades, escolas, sindicatos, fábricas, associações, locais de trabalho e moradia, para que haja um envolvimento da sociedade em torno da construção de um sistema eleitoral permita a eleição de pessoas que defendam e votem matérias de real interesse do povo.

Ele disse ainda que “temos que realizar uma grande mobilização, que permita que a sociedade tome consciência de uma alternativa real do atual sistema político brasileiro”, anunciando a proposta de definição da data de um dia nacional de mobilização em defesa do projeto na sociedade.

Para os parlamentares, esse é o grande desafio. Jandira avalia que “a guerra de narrativa da grande mídia dificulta isso, coloca uma pauta desestimuladora de criminalização da política e do congresso, que tem suas razões aqui, mas o que a mídia faz é jogar na lata de lixo a participação política e as pessoas ficam desestimuladas a ter participação maior.”

Henrique Fontana concorda, acrescentando que “a sociedade está premida pela crítica à política, mas é importante entender porque das eleições brotam representações que não a representa. Não basta ter novas eleições, é preciso que sejam novas eleições em um novo sistema político, para que dali nasça um representação de fato sintonizada com a sociedade.

Ao finalizar sua fala, Fontana fez questão de enviar um recado aos parlamentares que insistem em reverter o debate sobre o fim do financiamento empresarial de campanha. “Não há nada que faça com que as empresas possam a voltar a financiar a campanha eleitoral. Isso é uma tentativa vã de um grupo de parlamentares que tem dependência química do dinheiro empresarial e não querem abrir mão disso, e nós já estamos no próximo passo, em busca de aperfeiçoamento para uma democracia mais barata,de mais ideias e mais resistentes a corrupção.”


De Brasília
Márcia Xavier  
Fonte: Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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