sexta-feira, 25 de julho de 2014
CONVERSA AMBIENTAL - domingo 27 sobre BICHO-PREGUIÇA
Fonte: Jardim Botânico do Recife
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8595.8666
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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quinta-feira, 24 de julho de 2014
Ariano Suassuna
Cultura
24 de julho de 2014 - 1h43
Ariano Suassuna (1927-2014)
O grande escritor brasileiro deixou de viver nesta quarta-feira (23). Ariano Suassuna foi escritor, sertanejo, brasileiro, e a marca de sua literatura e de sua arte foi a defesa da cultura e do modo de ser de nossa gente.
Sendo um sertanejo, é também um clássico. Um escritor clássico, com todas as feições exigidas por esta estatura, autor da rara e difícil unidade que só aqueles que frequentam este panteão sabem construir - a fusão do erudito com o popular, que é o traço marcante que constitui um clássico. É uma fusão na qual popular e erudito andam de mãos dadas em obras nas quais o caráter “culto” nada mais é do que a expressão da alma brasileira em formato artístico. Que Ariano Suassuna registrou num sem número de personagens e peripécias que parecem saltar direto da literatura de cordel e da voz de cantadores das feiras do sertão, para páginas e palcos, passando a figurar num patamar mais permanente na literatura.
Ariano Suassuna chegou a ser proposto, pelo Senado brasileiro (com relatoria do senador comunista Inácio Arruda) para o Prêmio Nobel de Literatura, em 2012. A Academia Sueca não o escolheu e quem perdeu com isso foi aquela láurea, que ficou sem ter, em sua lista de agraciados, o nome do escritor paraibano-pernambucano-brasileiro.
Desnecessário, aqui, repetir as informações que, com certeza, estão em todas as publicações que homenageiam o grande escritor. Mas é preciso lembrar, e ele concordaria com isso, as ideias que defendeu. A matriz delas foi o amor pelo Brasil e pela arte de seu povo. Muitos, sem coragem de usar o termo “anacrônico”, veem seu nacionalismo como próprio de uma personalidade polêmica. Não era: era o reconhecimento da importância da cultura brasileira. Importância que ele destacou, por exemplo, em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, em 9 de agosto de 1990. Nele, usou a metáfora da contradição entre “pais oficial” e “país real” - aquele, de pele clara, elitista e rico, este de pele escura, popular e pobre - que precisa ser ultrapassada para que se possa construir uma nação justa e avançada.
Fonte: Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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24 de julho de 2014 - 1h43
Ariano Suassuna fica encantado na memória dos brasileiros
O grande escritor brasileiro deixou de viver nesta quarta-feira (23). Ariano Suassuna foi escritor, sertanejo, brasileiro, e a marca de sua literatura e de sua arte foi a defesa da cultura e do modo de ser de nossa gente.
Por José Carlos Ruy
A idade e os problemas de saúde não foram obstáculos para Ariano Suassuna deixar de exercer a atividade de sua vida: escrever. Foi assim até o último momento de seu longo ofício de escritor e homem de cultura. Ele próprio explicou, em uma de suas aulas-espetáculo, em dezembro de 2013, que não seria fácil leva-lo desta vida. "No Sertão do Nordeste”, disse, “a morte tem nome, chama-se Caetana. Se ela está pensando em me levar, não pense que vai ser fácil, não. Ela vai suar! Se vier com essas besteirinhas de infarto e aneurisma no cérebro, isso eu tiro de letra".
De fato, foi um lutador com a audácia e a pertinácia dos sertanejos. Sofreu um infarto do miocárdio em agosto de 2013. Mas se manteve ativo, sempre; sua última aula espetáculo foi apresentada na sexta-feira (dia 18), em Garanhuns (PE). Ele estava animado com o carnaval de 2015, quando será homenageado pela escola de samba Unidos de Padre Miguel, do Rio de Janeiro. Mas não teve tempo para esperar! Na segunda-feira, dia 21, baixou outra vez ao hospital, e sua morte chegou a ser noticiada de véspera nos jornais. Mas ele resistiu, e só cedeu na tarde desta quarta-feira, dia 23, quando seu coração parou de bater e a literatura perdeu um gigante. Com 87 anos de idade, trabalhava e agia como o menino que nunca deixou de ser.
Sendo um sertanejo, é também um clássico. Um escritor clássico, com todas as feições exigidas por esta estatura, autor da rara e difícil unidade que só aqueles que frequentam este panteão sabem construir - a fusão do erudito com o popular, que é o traço marcante que constitui um clássico. É uma fusão na qual popular e erudito andam de mãos dadas em obras nas quais o caráter “culto” nada mais é do que a expressão da alma brasileira em formato artístico. Que Ariano Suassuna registrou num sem número de personagens e peripécias que parecem saltar direto da literatura de cordel e da voz de cantadores das feiras do sertão, para páginas e palcos, passando a figurar num patamar mais permanente na literatura.
Ariano Suassuna chegou a ser proposto, pelo Senado brasileiro (com relatoria do senador comunista Inácio Arruda) para o Prêmio Nobel de Literatura, em 2012. A Academia Sueca não o escolheu e quem perdeu com isso foi aquela láurea, que ficou sem ter, em sua lista de agraciados, o nome do escritor paraibano-pernambucano-brasileiro.
Desnecessário, aqui, repetir as informações que, com certeza, estão em todas as publicações que homenageiam o grande escritor. Mas é preciso lembrar, e ele concordaria com isso, as ideias que defendeu. A matriz delas foi o amor pelo Brasil e pela arte de seu povo. Muitos, sem coragem de usar o termo “anacrônico”, veem seu nacionalismo como próprio de uma personalidade polêmica. Não era: era o reconhecimento da importância da cultura brasileira. Importância que ele destacou, por exemplo, em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, em 9 de agosto de 1990. Nele, usou a metáfora da contradição entre “pais oficial” e “país real” - aquele, de pele clara, elitista e rico, este de pele escura, popular e pobre - que precisa ser ultrapassada para que se possa construir uma nação justa e avançada.
Nacionalismo que o levou a rejeitar toda imitação de modelos culturais dominantes estrangeiros, incluindo o uso de palavras estrangeiras (vindas, hoje, do inglês, como vieram, no passado, do francês). Mas enganam-se os que pensam que este era um exercício banal e inculto de xenofobia: era a rejeição da subserviência a outras nações e a condenação da desvalorização daquilo que traz a marca do popular e do nacional, que caracteriza os brasileiros e os distingue entre os demais povos.
Pode-se aplicar, a seu humor ferino, a imagem usada por outro nordestino, o poeta João Cabral de Melo Neto, no poema “Uma faca só lâmina”. Era assim o humor que Ariano Suassuna usava, mesmo em coisas aparentemente simples, para defender a cultura de seu povo e sua terra. Um exemplo: numa aula-espetáculo ocorrida em Porto Alegre não aceitou o uso da palavra inglesa "showman" para defini-lo. E explicou: “para mim essa coisa de Xô era a palavra que a gente usava para espantar galinha”.
Se sua defesa da cultura popular e brasileira era avessa a modismos, é visível em sua obra influências de autores estrangeiros que fazem parte do patrimônio cultural comum da humanidade, como o espanhol Miguel de Cervantes, o russo Nicolai Gogol, entre outros. Entre os brasileiros, as grandes referências são Euclides da Cunha, Gregório de Matos, Lima Barreto, e inclusive o “urbano” (como ele dizia) Machado de Assis. Inclusive na relação com o Partido Comunista do Brasil uma das coisas que ele levava em conta era a questão da nacionalidade, como ficou claro em uma entrevista que deu ao Jornal do Commercio, do Recife, citada por Luciano Siqueira (no artigo Guerreiro do sol, in portal Vermelho, 1º de agosto de 2007), na qual ele se declarou aliado dos comunistas: “Numa reunião importantíssima que realizaram, disseram que estão procurando um socialismo brasileiro. Deixaram de olhar pra fora, aí pela primeira vez tive condições de me aliar mesmo, apareci no guia do Partido Comunista do Brasil, até disseram que era uma contradição da minha parte. O que eu disse lá está perfeitamente coerente com o que eu dizia: se eu fosse marxista, pertenceria ao Partido Comunista do Brasil, nosso aliado na luta contra o governo antinacional e antipopular de Fernando Henrique Cardoso”. Deixou clara, aqui, a profunda coerência não apenas de sua arte, mas também de suas opções políticas.
Nesta quarta-feira (23) Ariano Suassuna seguiu o destino que havia registrado, já em 1955, na peça O Auto da Compadecida, quando falou do destino de um personagem: "Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo morre". Hoje, quase 60 anos depois de escrever isso, Ariano Suassuna ficou encantado na memória dos brasileiros.
Fonte: Portal Vermelho A Esquerda Bem Informada
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sábado, 19 de julho de 2014
CONVERSA AMBIENTAL - domingo 20 sobre Abelhas Nativas
Fonte: Jardim Botânico do Recife
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
Luta de 35 anos em defesa de parque no Engenho Uchoa
PRESERVAÇÃO
Luta de 35 anos em defesa de parque no Engenho Uchoa
Grupo defende implantação de parque em área de 192 hectares remanescentes da mata atlântica
JC - Publicado em 13/07/2014, às 09h48
Da editoria de Cidades
Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
A desapropriação deveria ter acontecido até 2007. Em 2002, o então prefeito do Recife, João Paulo, instituiu decreto declarando a área de utilidade pública para fins de desapropriação e estabelecendo prazo de cinco anos para seu cumprimento.
“Tentamos muito que a desapropriação saísse do papel, mas infelizmente ainda não conseguimos”, lamenta Luci Machado, uma das coordenadoras do movimento. Dos 192 hectares, 60 são de manguezal, que pertencem à União. Assim, só 132 hectares poderão ser desapropriados.
“Ano passado tivemos dois importantes avanços. Um foi a ampliação dos limites do Refúgio de Vida Silvestre do parque. Eram 20 hectares. Por meio de decreto estadual passaram a ser 171 hectares. Outra conquista foi a elaboração do plano de manejo”, destaca Augusto Semente, outro coordenador do movimento. A instalação do conselho gestor do refúgio, em 2013, é outro ponto positivo na luta pelo parque.
O plano de manejo, concebido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), estabelece o que pode e o que não pode ser feito no Refúgio de Mata Silvestre Mata do Engenho Uchoa. O documento estabelece regras para garantir a proteção do lugar.
“A Mata do Engenho Uchoa serve como fonte de pesquisa para as universidades pernambucanas. O espaço pode ser aproveitado para trilhas. Há muitas escolas no entorno que também poderiam usar o parque para aulas de meio ambiente”, observa Augusto. Ele diz que a mata é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como reserva da biosfera mundial.
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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Luta, poesia, cinema, meio ambiente e cidadania
A Mostra Ambiental do Recife – MARE é uma ação de interferência ambiental que pretende utilizar os espaços públicos da cidade do Recife como um local de troca de saberes e reflexões sobre a cidade e o meio ambiente. De 01 a 15 de agosto no cinema São Luiz, Jardim Botânico, Mata Uchôa e em 2 escolas públicas da região, a MARE irá combinar poesia, cinema, meio ambiente e cidadania.
Mais que exibição de filmes, a MARE problematiza os impactos decorrentes da degradação ambiental em todos os setores da sociedade dentro dessa nossa metrópole Terra. Nesse contexto, a Mostra abre espaço para discussões, oficinas, pesquisas e uma importante produção audiovisual sobre os modelos econômicos hegemônicos, a luta pela terra, os transgênicos, os conflitos decorrentes do modo de apropriação e exploração dos seus ‘recursos’, as políticas públicas, os resíduos sólidos, a verticalização da cidade e as transformações da paisagem. O que realmente nos interessa neste evento é discutir a minimização dos riscos e um redirecionamento da cidade mais humana, visando contribuir para a construção de uma cultura que considere formas mais coerentes de lidar com o seu meio.
De 01 a 15 de agosto, alunos das escolas da Mata Uchôa, irão participar da oficina de cinema de animação coordenada pelo cineasta Lula Gonzaga, cujo resultado será um vídeo-poesia ambiental.
Durante toda a programação teremos o sarau poético do grupo Interpoética e a ação ambiental da professora Daniele de Carvalho que trará de forma lúdica algumas questões de reciclagem e preservação do meio ambiente.
Ponto alto da MARE, no dia 4 de agosto, segunda-feira, a partir das 19h, no Cinema São Luiz, iremos exibir o filme “O Veneno Está Na Mesa 2”, do cineasta Silvio Tendler que atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. Após a exibição teremos um debate com Movimento Sem Terra, um integrante da FIOCRUZ e a secretária de Meio Ambiente, Cida Pedrosa.
No Jardim Botânico, no dia 3, domingo, teremos uma programação voltada para o público infantil, com exibição dos filmes “Tá Limpo”, “Recife Frio”, “O homem da Mata”, “A Saga da Asa Branca”.
Já na terça, dia 5, na Mata Uchôa, uma sessão ao ar livre com os filmes “Em Trânsito” de Marcelo Pedroso e novamente “O Veneno Está Na Mesa 2” de Silvio Tendler. Também reapresentaremos o sarau do grupo Interpoética e a ação ambiental de professora Daniele de Carvalho.
A cidade que não para, só cresce, precisa revelar novas possibilidades de interseção entre viver numa cidade complexa e preservar o meio ambiente. Confira toda a programação em nossa Fanpage, Twitter e Instagram.
CURTA NOSSA FANPAGE: www.facebook.com/ MostraAmbientalRecife
Rafael Buda
Produtor Cultural
Produtor Cultural
81 9689 3671 / 81 8332 6580
Fonte: FANPAGE MARE
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
Fonte: FANPAGE MARE
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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Há 35 anos, Movimento luta por parque na Mata do Engenho Uchoa
Há 35 anos, Movimento luta por parque na Mata do Engenho Uchoa
A
luta do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa (foto) para ver
implantado o Parque Natural Rousinete Falcão nos 192 hectares
remanescentes da Mata Atlântica, na Zona Oeste do Recife, já dura 35
anos e ainda não virou realidade. A instalação do parque vai beneficiar
270 mil moradores de 11 bairros do entorno, entre eles Tejipió, Barro,
Ipsep, Ibura e Areias.
Segundo
ativistas do movimento, o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife
tentam adquirir a área, que é particular. A desapropriação deveria ter
acontecido até 2007. Em 2002, o então prefeito do Recife, João Paulo,
instituiu decreto declarando a área de utilidade pública para fins de
desapropriação e estabelecendo prazo de cinco anos para seu cumprimento.
“Tentamos
muito que a desapropriação saísse do papel, mas infelizmente ainda não
conseguimos”, lamenta Luci Machado, uma das coordenadoras do movimento.
Dos 192 hectares, 60 são de manguezal, que pertencem à União. Assim, só
132 hectares poderão ser desapropriados.
“Ano
passado tivemos dois importantes avanços. Um foi a ampliação dos
limites do Refúgio de Vida Silvestre do parque. Eram 20 hectares. Por
meio de decreto estadual passaram a ser 171 hectares. Outra conquista
foi a elaboração do plano de manejo”, destaca Augusto Semente, outro
coordenador do movimento. A instalação do conselho gestor do refúgio, em
2013, é outro ponto positivo na luta pelo parque.
O
plano de manejo, concebido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e
Sustentabilidade e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH),
estabelece o que pode e o que não pode ser feito no Refúgio de Mata
Silvestre Mata do Engenho Uchoa. O documento estabelece regras para
garantir a proteção do lugar.
“A
Mata do Engenho Uchoa serve como fonte de pesquisa para as
universidades pernambucanas. O espaço pode ser aproveitado para trilhas.
Há muitas escolas no entorno que também poderiam usar o parque para
aulas de meio ambiente”, observa Augusto. Ele diz que a mata é
reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como reserva da
biosfera mundial.
Para
o secretário executivo de Meio Ambiente do estado, Hélvio Polito, os
recursos para pagamento das indenizações devem sair do fundo de
compensação ambiental. "A implantação do parque é interesse do estado e
do município e reconhecemos a luta de 35 anos do Movimento em Defesa da
Mata do Engenho Uchoa. Mas, precisamos primeiro garantir a propriedade
da área.", disse Polito, garantindo que apesar de não ter o parque, os
192 hectares de Mata Atlântica estão protegidos por lei.
"O
plano de manejo foi importante para garantir que a área seja
efetivamente protegida, sobretudo, por se tratar de um local valorizado,
que estava ameaçado pela especulação imobiliária", ressaltou.
Com informações do Jornal do Commercio, de 13/07/2014.
Publicado no site do Comitê |Municipal do PCdoB Recife
Publicado no site do Comitê |Municipal do PCdoB Recife
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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quinta-feira, 17 de julho de 2014
17 de JULHO Dia da Proteção das Florestas
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Coordenação do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa
Luci Machado - 8599.1442
José Semente - 8769.3475
Jacilda Nascimento - 9965.0916
Arlindo Lima - 8622.9518
Patricia Maria - 9183.9762
Augusto Semente - 9258.7195
Foto aérea da Mata do Engenho Uchoa 192ha de Mata Atlântica
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